18/08/2017 Sem categoria

LGBTIfobia: um crime que não pode mais ser ignorado

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Segundo dados divulgados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), 343 assassinatos contra pessoas LGBTs foram cometidos em 2016. O número, mais alto desde 1970 deixa o Brasil na primeira posição, como o país que mais comete crimes contra as minorias sexuais do mundo. Dessas 343 mortes, 173 das vítimas eram homens gays, 144 trans (travestis e transexuais), 10 lésbicas, 4 bissexuais, e 12 heterossexuais, incluídos no levantamento como os amantes de transexuais, além de parentes ou conhecidos de LGBTs que foram mortos por seu envolvimento com a vítima.

Ser diferente sempre foi motivo de exclusão ou indiferença daqueles que se acham ‘normais’. O preconceito existe, o discurso de ódio, e os números elevados de um crime tão bárbaro como o assassinato são um sintoma de que nossa sociedade tem ignorado e deixado de lado as minorias sexuais.

A comunidade LGBTI busca somente seus direitos, como os de qualquer outro cidadão. Direitos iguais: nem mais, nem menos. E também o respeito vindo das pessoas heterossexuais.

Bruna Leonardo é transexual e militante, e lembra até hoje dos olhares de espanto, reprovação e até nojo, que recebia quando mais nova. Segundo ela, a sociedade tem que aprender a enxergar a população LGBTI, porque a comunidade merece respeito. “Todos são diferentes, mas o respeito é fundamental.”

A militante ainda comenta sobre um episódio em que sofreu preconceito por ser uma mulher trans: ela foi xingada e quase agredida por uma vizinha.

O Brasil é o país que mais mata transexuais e travestis do mundo, e segundo dados da Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil (Rede Trans Brasil) apenas neste ano, 25 travestis e transexuais foram assassinados no país.

Bruna defende a criminalização para este tipo de crime e a punição correta para quem comete. Para ela, a desconstrução do preconceito é um trabalho de toda a sociedade, e ainda defende um debate mais profundo sobre o tema: “além de promover a discussão contra todo tipo de preconceito, nas escolas é preciso sim discutir gênero e sexualidade, e ensinar que você tem que respeitar o seu colega como ele é.”

A designer Vanessa Oliveira também considera que o debate aberto e que ‘normalize’ a sexualidade é essencial para diminuir os números da intolerância. Vanessa é lésbica e relembra que sempre sofreu na escola: “O preconceito que sofri foi mais em relação a forma que me visto e me comporto do que propriamente a sexualidade. Desde criança eu me recuso a usar vestidos e sempre preferi brincadeiras ditas como ‘de menino’ e sofri bastante bullying por isso na escola. Me incomoda um pouco ser confundida com homem na rua, algo que rolava com frequência na adolescência.”

Vanessa conta também que tentou reprimir sua sexualidade quando mais nova, e se ‘forçou’ a gostar de garotos. “Então aos 15 anos decidi que deveria encarar minhas vontades e fiquei com a primeira menina. Depois disso comecei a me aceitar muito melhor.”

Para a aluna de doutorado em Educação e integrante do grupo de pesquisa Flores Raras, Luciene Mochi, a fuga dos padrões esperados da mulher pela sociedade, como, se casar com um homem e ter filhos, e o enfrentamento dessa ‘imposição social’, foi difícil e dolorida. Além da pressão vinda da família acerca da sua sexualidade, “era como se minha sexualidade fosse algo invisível: a família sabia mas ninguém tocava no assunto, como se não existisse.”

Como mulher lésbica, ela reforça que as datas que comemoram o Orgulho (19 de agosto) e Visibilidade da Comunidade Lésbica (29), são muito importantes para o empoderamento e fortalecimento das mulheres, e que funciona como uma espécie de espelho: “Por conta de mulheres lésbicas que foram à luta que eu consegui me reconhecer e entender exatamente tudo o que estava acontecendo comigo.”

Luciene reforça que até mesmo os movimentos de luta das minorias invisibiliza um pouco as lésbicas e isso tem que ser discutido. “Os movimentos precisam se unir, e trabalharem juntos. Como movimento de minoria social, é preciso olhar mais para as mulheres, lésbicas, bissexuais e transexuais”.

Independente da origem, raça, cor, religião, condição social ou orientação sexual e de gênero, todos nós somos seres humanos que fazem parte de uma sociedade onde deve prevalecer o respeito e a liberdade. Ninguém pode ser julgado ou agredido, simplesmente por amar.

03/08/2017 Sem categoria

A calcinha ideal para você

 

Você já passou por algum aperto ou ficou na mão por estar usando a calcinha errada? A peça está em contato com a parte mais íntima da mulher, então é preciso ter bastante cuidado na hora de escolher qual modelo você vai usar e de qual tecido.

A maioria dos ginecologistas orienta que sejam usadas calcinhas de algodão, pois esse material permite a passagem de ar, evitando que a vagina fique abafada e úmida, o que pode gerar a proliferação de micro organismos. Evite tecidos sintéticos! Eles são os que causam mais irritação na pele.

Em relação aos modelos, o ideal é que a calcinha esteja confortável, e ‘bem vestida’ no seu corpo – nem muito apertada, nem muito larga. Se o elástico da calcinha estiver muito apertado, pode até deixar sua pele sensível e com marcas vermelhas, o que pode prejudicar a circulação do sangue.

Além do conforto e da preocupação com a saúde da flora vaginal, tomar cuidado na hora de escolher o tipo certo de calcinha ainda ajuda você a valorizar suas curvas naturais. É sucesso garantido para arrasar nos looks!

Confira alguns modelos mais indicados:

Quadril estreito

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Modelo boneca

 

 

 

Quadril médio

 

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Modelo tanga

 

 

 

 

 

Quadril largo

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Modelo biquini

 

modelo tanga

 

 

 

 

 

Modelo tanga

 

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