01/09/2017 Sem categoria

Calçados femininos que vão fazer sucesso em 2018

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No nosso último post falamos dos estilos, tecidos e estampas que vão bombar na próxima estação. E agora, que tal conhecer os hits que vão fazer a cabeça – e os pés! – da mulherada?

 

Plataformas

As plataformas vindas direto dos anos 70 estão com tudo! Solado reto, salto alto, tiras, fivelas, estampas e muita cor! Essas sandálias vão ser a grande aposta do próximo verão.

plataformas

 

Esportivos

Sandálias mais ‘tecnológicas’ com uma pegada esportiva surgem como modelos em neoprene, couro, elásticos e velcros. É pra ousar e se jogar!

esportivas

 

Mules

As mules vão ser a opção casual para o seu verão! A peça veio pra ficar, e nessa temporada a novidade fica por conta das combinações de metal, pedras, brocados ou até mesmo modelos em camurça.

mules

 

Slides

Os chinelos slides voltam com força pra mais uma estação. Dessa vez eles aparecem ainda mais coloridos e exagerados, com franjas, ráfia, pérolas e muitas pedrarias.

slides

 

Sneakers

Peça chave do guarda roupa, os tênis são aqueles calçados para todas as horas. Sempre com a possibilidade de compor looks para o dia a dia ou até mesmo mais sofisticados, as novidades dessa temporada são os modelos em camurça ou os detalhes com brilho.

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Gostaram das novidades para calçados? Agora é só sair usando por aí!

25/08/2017 Sem categoria

Tendências Primavera Verão 2018

KP_149O friozinho já está quase no fim e é hora de se ligar no que vai bombar nas próximas estações, não é mesmo? O universo da moda e as passarelas ao redor do mundo já definiram o que vai ser tendência na Primavera Verão 2018.

Quer ficar por dentro no que vem por aí? Veja as dicas que separamos pra você arrasar!

Anos 80

A moda presente na década de 80 está voltando aos poucos e na próxima temporada não vai ser diferente! Estampas e prints geométricos, bem como ombros mais marcados e estruturados, que relembram as famosas ombreiras, vão estar com tudo!

anos 80

Look pijama

Outra aposta são os conjuntos que lembram pijamas: por serem largos e confortáveis, com tecidos finos e esvoaçantes. Ideal para quem não gosta de peças que marcam muito o corpo e perfeito para os dias mais quentes do verão.

TREND-Pijamas

Babados

Pra quem gosta de babados, pode ficar tranquilo que eles estarão mais que presentes nos looks da próxima estação! Vestidos, saias ou blusas. O romantismo dos babados pode ser aplicado em camadas, ou em mangas e golas.

babados
Listras

Uma forte tendência e que esteve presente em muitas passarelas, são as listras! Coloridas ou em duas cores, em várias formas e ângulos… não importa a versão, a estampa pode ser incluída em várias composições. As listras te dão a possibilidade de montar looks divertidos ou até mesmo mais clássicos.

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Deu pra ter uma ideia do que vai fazer sucesso na Primavera Verão 2018? Escolha seus favoritos e se jogue!!

18/08/2017 Sem categoria

LGBTIfobia: um crime que não pode mais ser ignorado

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Segundo dados divulgados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), 343 assassinatos contra pessoas LGBTs foram cometidos em 2016. O número, mais alto desde 1970 deixa o Brasil na primeira posição, como o país que mais comete crimes contra as minorias sexuais do mundo. Dessas 343 mortes, 173 das vítimas eram homens gays, 144 trans (travestis e transexuais), 10 lésbicas, 4 bissexuais, e 12 heterossexuais, incluídos no levantamento como os amantes de transexuais, além de parentes ou conhecidos de LGBTs que foram mortos por seu envolvimento com a vítima.

Ser diferente sempre foi motivo de exclusão ou indiferença daqueles que se acham ‘normais’. O preconceito existe, o discurso de ódio, e os números elevados de um crime tão bárbaro como o assassinato são um sintoma de que nossa sociedade tem ignorado e deixado de lado as minorias sexuais.

A comunidade LGBTI busca somente seus direitos, como os de qualquer outro cidadão. Direitos iguais: nem mais, nem menos. E também o respeito vindo das pessoas heterossexuais.

Bruna Leonardo é transexual e militante, e lembra até hoje dos olhares de espanto, reprovação e até nojo, que recebia quando mais nova. Segundo ela, a sociedade tem que aprender a enxergar a população LGBTI, porque a comunidade merece respeito. “Todos são diferentes, mas o respeito é fundamental.”

A militante ainda comenta sobre um episódio em que sofreu preconceito por ser uma mulher trans: ela foi xingada e quase agredida por uma vizinha.

O Brasil é o país que mais mata transexuais e travestis do mundo, e segundo dados da Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil (Rede Trans Brasil) apenas neste ano, 25 travestis e transexuais foram assassinados no país.

Bruna defende a criminalização para este tipo de crime e a punição correta para quem comete. Para ela, a desconstrução do preconceito é um trabalho de toda a sociedade, e ainda defende um debate mais profundo sobre o tema: “além de promover a discussão contra todo tipo de preconceito, nas escolas é preciso sim discutir gênero e sexualidade, e ensinar que você tem que respeitar o seu colega como ele é.”

A designer Vanessa Oliveira também considera que o debate aberto e que ‘normalize’ a sexualidade é essencial para diminuir os números da intolerância. Vanessa é lésbica e relembra que sempre sofreu na escola: “O preconceito que sofri foi mais em relação a forma que me visto e me comporto do que propriamente a sexualidade. Desde criança eu me recuso a usar vestidos e sempre preferi brincadeiras ditas como ‘de menino’ e sofri bastante bullying por isso na escola. Me incomoda um pouco ser confundida com homem na rua, algo que rolava com frequência na adolescência.”

Vanessa conta também que tentou reprimir sua sexualidade quando mais nova, e se ‘forçou’ a gostar de garotos. “Então aos 15 anos decidi que deveria encarar minhas vontades e fiquei com a primeira menina. Depois disso comecei a me aceitar muito melhor.”

Para a aluna de doutorado em Educação e integrante do grupo de pesquisa Flores Raras, Luciene Mochi, a fuga dos padrões esperados da mulher pela sociedade, como, se casar com um homem e ter filhos, e o enfrentamento dessa ‘imposição social’, foi difícil e dolorida. Além da pressão vinda da família acerca da sua sexualidade, “era como se minha sexualidade fosse algo invisível: a família sabia mas ninguém tocava no assunto, como se não existisse.”

Como mulher lésbica, ela reforça que as datas que comemoram o Orgulho (19 de agosto) e Visibilidade da Comunidade Lésbica (29), são muito importantes para o empoderamento e fortalecimento das mulheres, e que funciona como uma espécie de espelho: “Por conta de mulheres lésbicas que foram à luta que eu consegui me reconhecer e entender exatamente tudo o que estava acontecendo comigo.”

Luciene reforça que até mesmo os movimentos de luta das minorias invisibiliza um pouco as lésbicas e isso tem que ser discutido. “Os movimentos precisam se unir, e trabalharem juntos. Como movimento de minoria social, é preciso olhar mais para as mulheres, lésbicas, bissexuais e transexuais”.

Independente da origem, raça, cor, religião, condição social ou orientação sexual e de gênero, todos nós somos seres humanos que fazem parte de uma sociedade onde deve prevalecer o respeito e a liberdade. Ninguém pode ser julgado ou agredido, simplesmente por amar.

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